Tomb Raider

Tomb Raider

Olá, Sonhadores! Para encerrar a trilogia de postagens sobre jogos desse BEDO, escolhi falar de um clássico dos videogames que marcou muito minha infância e que eu amo até hoje: Tomb Raider. Lembrei de falar sobre essa franquia, pois recentemente os três jogos originais ganharam uma remasterização que eu tenho jogado e matado as saudades.

Mas não é sobre eles especificamente que eu quero falar, mas sim sobre Tomb Raider em geral. Se você morou em uma caverna nas últimas décadas e não sabe do que eu estou falando, aqui vai um breve resumo: uma jovem burguesa britânica com sede de a aventuras decidi ir contra tudo o que a sociedade e a família esperam dela para se tornar não apenas uma famosa arqueóloga, mas uma invasora de tumbas. Para Lara Croft, ser uma Tomb Raider não é apenas uma profissão, é um estilo de vida em que os perigos valem a pena pela emoção e para adquirir artefatos famosos.

Na última década houve uma tentativa de lançar uma trilogia de jogos que contassem a origem da personagem, o que ela passou para tornar-se a mulher que conhecemos nos jogos originais dos anos 90. Porém, esses jogos foram controversos em muitos sentidos, primeiro por descaracterizar um pouco a personalidade de Lara, mas também pelo gameplay mudar muito do que o estilo da franquia era conhecido por, se tornando um jogo de tiro e sobrevivência genérico.

Tomb Raider Clássico

Eu joguei absolutamente todos os jogos, e também enxergo e concordo com essas críticas. Tenho a esperança de que, com elas, os futuros lançamentos se aproximem mais do que os fãs gostariam. De qualquer forma, eu gostei de jogar todos os jogos. Meu favorito é o Tomb Raider 2, por motivos óbvios para quem me conhece. Ele tem fases que se passam em Veneza, num navio naufragado no fundo do mar, e em um templo budista.

Falando agora sobre o que me conquistou nessa série, além, claro, da Lara Croft ser icônica, o tema de exploração é o ponto alto. Todas as fases tem itens secretos para coletar, puzzles para resolver para poder avançar, além de pitadas de ação o suficiente para ser empolgante e não irritante e difícil (esse último mais para os jogos clássicos, os novos tem ação demais por meu gosto).

Infelizmente Tomb Raider nunca recebeu muito investimento no mundinho literário. Só conheço um livro que, inclusive, já trouxe resenha aqui no blog. Todavia, ele não é muito bom. Queria muito que a trilogia original fosse escrita no formato de romance, igual fizeram com os filmes de Star Wars. Contar as histórias desses jogos com mais detalhes em livros seria super incrível…

Tomb Raider Moderno

Pelo menos parece ter um interesse em trazer essas histórias na mídia audiovisual com uma animação pela Netflix e uma série pela Amazon Prime. Sem contar que o próximo jogo tem prometido ser um lançamento incrível. Estou muito ansioso para consumir tudo isso!

Você também é fã? Jogou só na infância ou conheceu pela nova trilogia? Compartilhe comigo suas experiências nos comentários!

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