Olá, Sonhadores! Existem alguns livros que entram para a nossa lista de leituras quase como uma obrigação pessoal. Não porque alguém esteja nos forçando a lê-los, mas porque sabemos que, mais cedo ou mais tarde, precisaremos descobrir por que essas histórias atravessaram tantas gerações. Fahrenheit 451, de Ray Bradbury, sempre foi um desses casos para mim.
Considerado um cânone atemporal da literatura distópica, o livro apareceu incontáveis vezes em listas, referências e discussões sobre censura, tecnologia e controle social. Portanto, eu sempre soube que acabaria lendo a obra em algum momento. Finalmente, chegou a hora de conhecer essa sociedade na qual os livros são proibidos e os bombeiros não apagam incêndios: eles os provocam.
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