Olá, Sonhadores! Durante esse BEDO eu fiz uma reflexão sobre experiências e primeiras vezes. Hoje, no nosso último dia do projeto, gostaria de trazer um complemento e também falar um pouco sobre o futuro, meu e do blog, adiantando um pouquinho o que costumo fazer toda virada de ano.
Eu decidi colocar o título dessa postagem de “Novas Aventuras” porque eu sinto que é algo inspirador e que combina muito com o sentimento de confiança em fazer algo pela primeira vez que eu falei na postagem sobre experiências. A palavra “aventura” tem um impacto em mim, eu gosto desse sentimento de exploração, de tentar um caminho diferente. Por mais que isso me cause ansiedade, às vezes eu consigo encarar de uma forma otimista e promissora. Ela carrega com si a permissão de errar, de não dar certo. O sucesso significa conquista, mas o fracasso significa ter dado um passo a caminho do sucesso.
Eu não mencionei no outro texto, mas eu não tenho medo de falhar, pelo menos não desde o momento que eu parei de temer a humilhação e a vergonha. Quem quiser rir de mim, me criticar, falar mal, ou coisas do tipo, não vai me abalar. Os seres humanos são complexos e parece que gostamos de criar impeditivos e dramas na nossa cabeça para tudo. Minha meta é ir quebrando esses sofrimentos um por um e o caminho para isso é viver novas aventuras.
Neste momento estou vivendo uma fase muito desafiadora na minha profissão. Sinto que estou crescendo bastante e estou tentando passar por isso da maneira mais leve possível. Na minha vida pessoal, no sentido casa e família as aventuras vem por conta própria, é impressionante a capacidade das pessoas em arranjarem problemas. Mas neste ponto eu também tenho tentado não exigir demais de mim, não exagerar, não aumentar as coisas para além do que elas são.
Mas existem aventuras que eu quero seguir além de tudo isso. Quanto ao blog, ele vai continuar existindo como é hoje, vou continuar trazendo minhas resenhas, provavelmente semanalmente, mas o que eu queria mesmo era escrever coisas autorais. Esse texto, por exemplo, considero autoral porque é uma reflexão saindo da minha cabeça e eu adoro fazer isso. Eu tenho muitas histórias na minha cabeça que eu gostaria de colocar em palavras e não consigo por diversos fatores, muitos deles desculpinhas esfarrapadas.
Escrever, para mim, é terapêutico. É a forma de comunicação em que eu mais consigo me expressar. Tem gente que adora falar, tem gente que sente a necessidade de usar o corpo como meio de expressão como na dança e no teatro, tem gente que se expressa através da música, enfim, comigo são as palavras que funcionam. Portanto, para o futuro, eu gostaria de seguir essa aventura. De não deixar que mais nada me impeça de viver isso. Por anos tenho trabalhado para conseguir abrir esse caminho e sinto que nunca estive tão perto quanto hoje.
Espero muito ser capaz de superar as dificuldades que surgirem nesse caminho e conto muito com o apoio de qualquer pessoa que se identifique comigo e que queira me apoiar. E se você também se sentir inspirado a encarar novas aventuras, vá em frente! Esse texto não serve somente como desabafo, mas como aquele empurrãozinho que a gente precisava para dar o primeiro passo.
olá Lucas! Você já leu o livro O Canto do Beija-Flor?